27 de ago. de 2010

25/10/2008

A ansiedade.
O suor das mãos.
O riso desnorteado.
Um gesto quase febril.
A covardia de encontrar seu olhar.
A sutil epilepsia das pernas. O desequilíbrio.
Borboletas voam por entre meus orgãos.
Mas tudo pára.
O movimento é apenas exterior.
O tempo torna-se estático.
E então, o silêncio.

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